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Mundo pós-corona: alternativas de educação surgem em meio à pandemia

Iniciativas com estudo remoto e foco na capacitação do mercado começam a se destacar

Mais de três meses depois da ocasião em que a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia do coronavírus, cidades de todo o país lidam com situações diferentes de número de casos e de políticas de isolamento social. No entanto, um fator é comum no mundo pós-coronavírus: ainda levará um bom tempo para que tudo volte ao normal.

Com indústrias inteiras afetadas, escassez de trabalhos, e opções de estudo limitadas pela impossibilidade de cursos presenciais, a sensação de muitos profissionais é de que a vida está em “modo suspenso”. Neste cenário, iniciativas que trazem alternativas de educação, com estudo remoto e foco na capacitação do mercado, começam a se destacar.

É o caso da Trybe, escola focada em formação em desenvolvimento de software, uma das profissões mais procuradas pelo mercado. Com a opção de estudar de onde estiver no Brasil, as pessoas estudantes da Trybe encontram um programa de formação de alta qualidade, com seis horas diárias de atividades durante 12 meses. É um currículo alinhado com as necessidades do mercado, que deve criar pelo menos 420 mil empregos no setor de TI até 2024 e tem milhares de vagas não preenchidas por falta de mão de obra qualificada.

“Nosso objetivo é acelerar a carreira da pessoa em desenvolvimento de software. A ideia é trabalhar ativamente desde o início do programa para preparar e conectar os estudantes com as nossas empresas parceiras”, explica Matheus Goyas, CEO e fundador da Trybe. Para isso, a empresa entrega uma formação completa e aprofundada, que abrange, além das habilidades técnicas necessárias na área de software, as soft skills, habilidades essenciais e demandadas no mercado de trabalho. Com o curso, o aluno também aprende com uma série de desafios práticos que preparam para o mundo real.

Estudante só paga quando estiver trabalhando

Durante o período de crise causada pela pandemia, no entanto, o investimento necessário para fazer um curso de qualidade muitas vezes é um impedimento para quem deseja estudar. É aí que a Trybe entra com um diferencial crucial: o seu Modelo de Sucesso Compartilhado (MSC), que permite que a pessoa estudante não precise arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir uma renda mínima de R$ 3.500 por mês. Dessa forma, a pessoa só faz o pagamento quando já estiver colhendo os frutos da sua formação.

“A Trybe só ganha quando a pessoa estudante tem o sucesso profissional. Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade da formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, explica Matheus Goyas.

E para garantir ainda mais que seus estudantes terão sucesso e ingressarão o mercado de trabalho com facilidade, a Trybe ainda oferece preparação para processos seletivos e conexão com sua rede empresas parceiras, que atualmente contabiliza 25 organizações.

Por Matheus Goyas (administradores.com.br)

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